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O Segredo da Flor Dourada

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O Segredo da Flor Dourada (“Tai Zong Yi Jin Hua Zhi” “太乙金华宗旨”), um livro taoísta chinês sobre meditação, foi traduzido por Richard Wilhelm (também tradutor, em 1920, do clássico filosófico chinês, o I Ching). Wilhelm, um amigo de Carl Jung, era alemão, e suas traduções do chinês para o alemão foram mais tarde traduzidas para o Inglês por Cary F. Baynes. De acordo com Wilhelm, Lü Dongbin foi o principal autor do material apresentado no livro (uma seção abaixo, Recepção de taoístas chineses, sugere que o material é de Escola Quanzhen fundada por Wang Chongyang, um estudante de Lü Dongbin). Mais recentemente (1991), o mesmo trabalho foi traduzido por Thomas Cleary, um estudioso de estudos orientais.

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No Contínuo

É no Domínio do Continuum, na Vontade coletiva da linhagem que nos colocamos como guardiões no reino manifesto daquilo que é mais sagrado. É, portanto, em momentos como estes, na escrita dos símbolos conhecidos como palavras nesta i dade moderno, que devo segurar firmemente a Grande Roda com uma mão enquanto eu carrego minha espada na outra e, ao mesmo tempo, a unidade é suspensa com a mesma tensão que mantenho a respiração nos meus pulmões.

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Anima Noturna: Conversa Com a Artista Erica Frevel, por D.E.A.D

Estou em um processo de semiose na exploração de uma consciência anterior ao logos, buscando contato com outros páramos onde a realidade (sem véus) subsiste alheia à minha própria humanidade. Eu encontrei um passado remoto acessível por breves flashes de recordações, de tal modo que qualquer acréscimo ou subtração de palavras a respeito do que meus nebulosos sentidos perceberam seria possivelmente criação imaginária, mas esses instantes, mesmo que indescritíveis na minha linguagem paralítica, foram o suficiente para criar um amálgama do Eu em mim com o que (talvez) existe de sinistro à espreita querendo se comunicar. Eu escrevo tais vislumbres mesmo sabendo se tratar de expressões préverbais, quase incomunicáveis. As vezes as linhas não passam de um necrológio, pois grande parte das ideias que chegam são entregues ao conúbio dos vermes por não haver comunicação simbólica com essa realidade em que vivo. Essas visões muitas vezes ocorreram ao me deparar com as pinturas da Erica. Foi um abalo inusitado como se estivesse diante de um espelho terso e animado por uma chama nova e realmente ardente que refletia em imagens o que a linguagem escrita não tem como expressar. Em vários momentos que chamo de ‘estados de nevroses satânicas’, me misturei àquelas demoníacas explosões cromáticas. Como se as pinturas fossem portais, as primeiras vezes me projetei nelas sentindo uma sensibilidade atroz e uma tremenda alienação, de vez em quando parando para cogitar o rumo em meio a escuridão, como as paradas rítmicas do esquife quando alguém esta sendo levado para o útero da terra, mas o que encontrei foi surpreendente, algo além que o cérebro de um louco houvesse imaginado. Nesse ponto deixo algumas das magníficas obras da Erica falar o que não tenho como explicar.

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